
Título: Gatos Comunicantes
Autor: Mário Cesariny
Sinopse: Página a página, linha a linha, palavra a palavra, este livro ergue as figuras reais de Maria Helena Vieira da Silva e de Mário Cesariny de Vasconcelos. Ergue-as, assim cada um foi inventando o outro, num frente a frente perpétuo, sem intervalo ou traição. Este diálogo de vozes e de silêncios-entre-as-vozes, de palavras e de sem-palavras-entre-as-palavras, levanta estas figuras sobre (e contra) um chão de pequenez, hostilidade e escuridão, dando-as como elas são. E como elas se olharam, se representaram, se admiraram, se amaram uma à outra: únicas, grandiosas e magnificadas. Ao fundo, aparece Arpad, com uma elegância longa, a saudá-los, a saudar-nos, na sua doçura inquieta, na paciência e sabedoria do seu estar. Um pouco atrás, ouve-se, vê-se Guy Weelen a anotar, a preparar, a cuidar, a tramitar, a transmitir. Este livro prova que "os encontros são proporcionais aos destinos" e que o amor pode ser um relâmpago contínuo, livre, invencível. José Manuel dos Santos (excerto da apresentação).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Gatos Comunicantes”, de Mário Cesariny, publicado pela editora Assírio e Alvim, em 2008 e com 100 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Assírio e Alvim
Páginas: 100
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9723713667
ISBN13: 9789723713664
Sobre a editora
Os livros da editora Assírio e Alvim convidam a uma experiência de leitura que atravessa tempos e espaços com densidade literária e reflexão social. O catálogo reúne obras que exploram desde a poesia antiga, com metáforas práticas e sensações atmosféricas, até narrativas contemporâneas marcadas por conflitos políticos e sociais, como o impacto da guerra colonial ou a violência ideológica. A linguagem costuma ser elaborada, ora lírica, ora contundente, e os temas frequentemente envolvem tensões entre o indivíduo e contextos opressivos, sejam eles históricos, familiares ou culturais. Há obras que adotam múltiplas perspectivas para expor realidades complexas, enquanto outras se dedicam a ensaios sobre a poesia e a leitura, oferecendo um tom mais reflexivo e didático.
