
Título: Gente Acenando para Alguém que Foge
Autor: Faria Paulo
Sinopse: Vencedor do Prémio Autores 2021 – Melhor Livro de Ficção Narrativa Carlos, um homem de meia-idade, escarafuncha com o dedo na ferida aberta a que, por convenção, chamamos infância. O pai, antigo combatente, tinha com a verdade uma relação conflituosa, de que o filho se fez herdeiro. Carlos viaja até Moçambique em busca de uma criança nativa que o pai ali deixou, cinquenta anos antes, mas esta viagem de autodescoberta revela-lhe um país bem menos propenso aos achaques da memória do que sucede com a sua sensibilidade ocidental. Os casamentos, as guerras, as pazes podres, tudo Carlos prolonga além do seu prazo de validade. Ao longe vê passar, acenando, o amor, a ternura e as demais emoções que mitigam desencontros e nos dão a provar a felicidade que há nos outros. Não é, porém, chamado a comungar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Gente Acenando para Alguém que Foge”, de Faria Paulo, publicado pela editora Minotauro, em 2020 e com 246 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Minotauro
Páginas: 246
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9898866845
ISBN13: 9789898866844
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Minotauro apresentam um universo literário que mescla fantasia, ficção científica e narrativas densas de caráter existencial e histórico. Em suas obras, o leitor encontra desde tramas ambientadas em futuros distantes e mundos imaginários até relatos que exploram conflitos humanos profundos, como o confronto com o poder, a busca por identidade e a luta contra sistemas opressivos. A presença de personagens complexos e cenários elaborados, como cidades metálicas ou sociedades distópicas, cria uma experiência de leitura envolvente e multifacetada. O catálogo indica uma preferência por histórias que combinam aventura e reflexão, ora com ritmo acelerado e tensão, ora com uma linguagem mais introspectiva e simbólica.
