
Título: Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno
Autor: Antônio Amaury
Sinopse: A frágil mocinha criada no seio de uma família interiorana, viu-se certo dia requestado por um cangaceiro, membro e chefe de grupo do bando de Lampião. Como conseqüência, Ilda Ribeiro de Souza viria a se tornar SILA, uma das mulheres que viveram a experiência terrível de pertencerem a um dos grupos mais perseguidos em nosso País, e juntamente com outras mulheres de fibra e coragem, atravessar as fronteiras dos diversos estados nordestinos, sempre na incerteza de se o novo dia que estava raiando não seria o último de sua vida. Conhecedor profundo do que foi a saga do Cangaço, o Dr. Antônio Amaury Correia de Araújo retorna com seu tradicional brilho e conhecimento este apaixonante tema, da luta diária da gente de Lampião, em sua constante busca de justiça social, e de alguma dignidade, arrancada do meio hostil e de uma sociedade repressiva e cruel. Com leitura desde novo livro o leitor terá um retrato de corpo inteiro desta dupla de lutadores que foram Sila e Zé Sereno, e conhecerá os pensamentos e ações de uma mulher que fez história nesse País, e o sue momento presente, vivido entre a trepidante São Paulo e seu querido nordeste, e terá elementos para responder a controversa questão que se ainda existem criaturas com coragem e valor aqueles combatentes das caatingas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”, de Antônio Amaury, publicado pela editora Traco, em 1987 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Traco
Páginas: 144
Ano: 1987
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora TRACO costumam explorar temas históricos e culturais com foco em narrativas que envolvem povos indígenas, tradições místicas e episódios marcantes da história brasileira. A leitura frequentemente traz um tom reflexivo e informativo, com textos que transitam entre o ensaístico e o narrativo, revelando conflitos sociais e processos históricos sob perspectivas detalhadas. O ritmo pode variar, ora mais denso e acadêmico, ora mais fluido e acessível, sempre com atenção a aspectos culturais e antropológicos. Há obras que destacam a dimensão simbólica de ritos antigos, enquanto outras se aprofundam em relatos de eventos históricos, criando um contraste interessante entre o místico e o factual.
