
Título: Geoestrategia da Natureza
Autor: Luis Henrique Ramos de Camargo
Sinopse: Cada nova notícia sobre os problemas ambientais do planeta parece aumentar a sensação de impotência das pessoas diante de alguma ação capaz de reverter um quadro que só tende a se agravar. Em A geoestratégia da natureza, Luís Henrique Ramos de Camargo apresenta fundamentos que comprovam por que é fundamental a participação efetiva da sociedade nos processos decisórios que envolvam a utilização do meio ambiente. O autor critica o conceito de mudança climática que, segundo ele, está preso a uma lógica cartesiana-newtoniana que pensa o planeta e suas dinâmicas ecológicas de uma ótica linear. Quem já conhece o tema poderá ampliar o olhar crítico sobre os modelos lógicos e ecológicos que acompanham os relatos sobre os efeitos das mudanças do clima. Aos que ainda estão iniciando seu contato com a matéria, o livro será perfeito para que tenham a crítica devida ao que se convencionou chamar de mudanças climáticas.
Contexto da obra
Na área de Ciências, livros como este costumam ganhar relevância por seu papel informativo e formativo. “Geoestrategia da Natureza”, de Luis Henrique Ramos de Camargo, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2012 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ciências. Na prática, isso ajuda a situar melhor a obra entre leitura formativa, consulta e apoio ao estudo.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 240
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528615480
ISBN13: 9788528615487
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
