
Título: Geografia agrária : teoria e poder. -- ( Geografia em movimento )
Autor: Bernardo Mançano Fernandes
Sinopse: As mudanças desencadeadas no mundo pelo avanço do processo de globalização com base na ideologia neoliberal atingem de forma contundente o campo, as florestas, as águas e as sociedades que fazem desses espaços seus territórios de via, com conseqüências diversas para a sociedade global. Os artigos reunidos neste livro analisam, sob diferentes perspectivas, as contradições e os sujeitos envolvidos nessas mudanças e suas formas de ação política, por meio da crítica às teorias, ideologias e modelos de desenvolvimento que sustentam intervenções em seus territórios.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Geografia agrária : teoria e poder. — ( Geografia em movimento )”, de Bernardo Mançano Fernandes, publicado pela editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, em 2007 e com 382 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Páginas: 382
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577430464
ISBN13: 9788577430468
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,610
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR revela um foco consistente na análise crítica das relações sociais e políticas, especialmente no contexto brasileiro. As obras frequentemente abordam temas como luta de classes, movimentos sociais, diversidade sexual e de gênero, além de questões agrárias e urbanas, sempre com uma perspectiva que parte da realidade concreta para discutir transformações históricas e sociais. O tom das narrativas tende a ser denso, com um ritmo que privilegia a reflexão e o debate, permeado por um olhar militante e comprometido com a compreensão das estruturas de poder. O catálogo inclui textos que vão do relato histórico à análise teórica, passando por registros de experiências coletivas e debates políticos, o que sugere uma diversidade interna entre obras mais narrativas e outras mais informativas.
