
Título: Georges Bataille e Michel Leiris. A Experiência do Sagrado
Autor: Júlia Vilaça Goyatá
Sinopse: Centrado na Paris dos anos 1930, este livro é uma análise de textos e experiências precisas de dois autores de difícil classificação em apenas uma área do conhecimento: Georges Bataille (1897-1962) e Michel Leiris (1901-1990). Transitando entre a arte, a política e a teoria antropológica trava-se entre eles nesse momento um acalorado debate em torno da noção de sagrado e seus usos possíveis, tanto como conceito explicativo quanto como operador político e crítico da modernidade. A partir da experiência do Collège de Sociologie (1937-1939) a autora acompanha de que forma Bataille e Leiris formulam uma noção articulada mas também particular de sagrado, chamando a atenção para as proximidades e dissonâncias entre eles, bem como para as tramas que envolvem seus percursos paralelos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Georges Bataille e Michel Leiris. A Experiência do Sagrado”, de Júlia Vilaça Goyatá, publicado pela editora Humanitas, em 2016 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Humanitas
Páginas: 168
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8577323099
ISBN13: 9788577323098
Sobre a editora
Os livros da editora HUMANITAS apresentam um perfil marcado pela reflexão crítica e análise detalhada em áreas das ciências humanas, linguística e literatura. As obras costumam aprofundar temas como sociolinguística, história cultural e filosofia, com um ritmo que privilegia o rigor acadêmico e a densidade conceitual. O tom dos textos varia entre o analítico e o ensaístico, frequentemente explorando tensões entre normas e práticas sociais, ou entre passado e presente. O catálogo inclui trabalhos que dialogam com contextos históricos e culturais específicos, como movimentos sociais, estudos interdisciplinares e análises literárias, indicando uma preocupação com a produção de conhecimento fundamentado e contextualizado.
