
Título: Getting to Yes: Negotiating Agreement Without Giving In
Autor: Roger Fisher, William L. Ury, Bruce Patton
Sinopse: The key text on problem-solving negotiation-updated and revised
Since its original publication nearly thirty years ago, Getting to Yes has helped millions of people learn a better way to negotiate. One of the primary business texts of the modern era, it is based on the work of the Harvard Negotiation Project, a group that deals with all levels of negotiation and conflict resolution.
Getting to Yes offers a proven, step-by-step strategy for coming to mutually acceptable agreements in every sort of conflict. Thoroughly updated and revised, it offers readers a straight- forward, universally applicable method for negotiating personal and professional disputes without getting angry-or getting taken.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Getting to Yes: Negotiating Agreement Without Giving In”, de Roger Fisher, William L. Ury, Bruce Patton, publicado pela editora Penguin Books, em 2011 e com 240 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 240
Ano: 2011-05-03
Edição: Updated
Linguagem: en
ISBN: 0143118757
ISBN13: 9780143118756
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
