
Título: Gigantomaquia
Autor: Volume 2
Sinopse: Após passarem por inúmeros episódios com os piores inimigos no universo do mangá e anime, chega a continuação da irresistível saga em forma de romance. Gigantomaquia significa guerra dos Gigantes e não é um Fanfic (história criada por fãs). Trata-se de uma história novelizada por Tatsuya Hamazaki e aprovada por Masami Kurumada. Esta primeira parte da história, chamada A História de Mei, traz uma realidade de amadurecimento da história. Por ser um livro e não ter imagens, o texto é extremamente descritivo, onde os cenários e as músicas são minuciosamente comentados pelo autor, fazendo o leitor imaginar todos os detalhes. Poucos anos depois de seu lançamento no Japão, a série tornou-se um fenômeno da cultura pop lá e em outras partes do mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Gigantomaquia”, de Volume 2, publicado pela editora Conrad, em 2005 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 136
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
