
Título: Gil Vicente: Autos
Autor: Cleonice Berardinelli
Sinopse: Uma coletânea inédita das peças do pai do teatro português.Maior especialista em literatura portuguesa do Brasil, Cleonice Berardinelli, imortal pela Academia Brasileira de Letras, assume nesse livro a tarefa de compilar e apresentar os principais autos do poeta e dramaturgo Gil Vicente, considerado o “pai do teatro português”.Escritos e encenados no século XVI, em pleno auge das Grandes Navegações, não é exagero dizer que os autos vicentinos permanecem ainda hoje, ao lado de Os Lusíadas e Os Sermões, como um dos pilares fundamentais da literatura em língua portuguesa.Essa edição reúne ainda o conjunto de ensaios da professora sobre a obra de Gil Vicente.Um livro ideal para quem deseja aprofundar-se em literatura, especialmente nas particularidades do estilo vicentino.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Gil Vicente: Autos”, de Cleonice Berardinelli, publicado pela editora Casa da Palavra, em 2012 e com 512 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Casa da Palavra
Páginas: 512
Ano: 2012
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577342425
ISBN13: 9788577342426
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,789
- Altura (cm): 22,60
- Largura (cm): 15,80
- Espessura (cm): 3,60
Sobre a editora
Os livros da editora CASA DA PALAVRA apresentam uma variedade de temas que transitam entre biografias marcantes, narrativas históricas e reflexões culturais. A experiência de leitura costuma envolver um mergulho em histórias pessoais intensas, como trajetórias de vida de figuras públicas e relatos de superação, ou em análises detalhadas de contextos sociais e artísticos, que trazem um ritmo mais informativo e investigativo. O catálogo indica uma predileção por obras que combinam pesquisa documental com uma linguagem acessível, que pode variar do tom mais intimista e emotivo ao didático e analítico. Há também espaço para a literatura que explora paixões humanas e dilemas existenciais, com narrativas que equilibram tensão e sensibilidade.
