
Título: Gilda não morreu
Autor: Caroline Demantova
Sinopse: Dora de Barros encontra um homem baleado no acostamento da estrada, quando se dirigia para uma audiência na região metropolitana de Curitiba.Ao tentar acudi-lo, ele faz um alerta dizendo que Gilda não morreu e que ainda estava em perigo e lhe entrega o endereço de uma fazenda perto deLondrina. Dora corre para buscar ajuda, mas, quando retorna ao local, verifica que o homem que parecia estar morrendo em seus braços desaparece. Esse é o ponto de partida para Dora dirigir -se à fazenda que o homem indicou, procurando descobrir o paradeiro de Gilda, e descobre que ali ocorreu recentemente um assassinato e um desaparecimento misterioso, além de um intrigante afogamento ocorrido trinta anos atrás. Tudo parece estar interligado, e Dora precisa descobrir a autoria dos fatos para encontrar Gilda e o rapaz da estrada.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Gilda não morreu”, de Caroline Demantova, publicado pela editora Talentos da Literatura Brasileira, em 2017 e com 656 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 656
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542810104
ISBN13: 9788542810103
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,715
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Talentos da Literatura Brasileira apresentam uma diversidade de narrativas que transitam entre o fantástico, o realismo emocional e o suspense. O leitor pode esperar histórias que exploram desde universos distópicos e sobrenaturais até dramas humanos profundos, com personagens complexos que enfrentam dilemas existenciais, desafios pessoais e relações intensas. A escrita varia entre o ritmo acelerado de tramas de ação e mistério e passagens mais introspectivas e poéticas, que convidam à reflexão sobre temas como amor, perda, identidade e propósito. Essa variedade sugere um catálogo que valoriza tanto a imaginação quanto a sensibilidade, com obras que podem alternar entre o tom leve e o tom dramático, sempre com personagens que provocam identificação e questionamentos.
