
Título: Girafa não serve pra nada
Autor: José Carlos Aragão
Sinopse: Em sua descoberta de mundo, a criança inventa usos bem originais para as coisas como pedra, chuva, ovo, varal... Tudo que existe tem que ter alguma utilidade, serventia. Nesta narrativa, todavia, descobre-se que nem tudo é assim... O que dizer da girafa, por exemplo? Alguém já parou para pensar para que serve aquele bicho de pescoço tão comprido? Será que é para trocar estrela queimada? E se perto dela estiver uma escada? A partir da visão infantil e da beleza dos desenhos de Graça Lima, o menino Aragão narra o misterioso e criativo mundo de descobertas da criança, que nem sempre se conforma com as respostas prontas e frases feitas dos adultos. Uma versão poética do mundo pode conceber a existência, a beleza e o prazer de viver como um valor maior do que qualquer utilidade prática.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Girafa não serve pra nada”, de José Carlos Aragão, publicado pela editora Paulinas, em 1987 e com 24 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 24
Ano: 1987
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535602240
ISBN13: 9788535602241
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
