
Título: Girândola de amores
Autor: Aluísio Azevedo
Sinopse: No bairro carioca da Tijuca, na segunda metade do século XIX, Clorinda está prestes a casar-se com Gregório. Porém, justamente no grande dia, o noivo não aparece, deixando-a no altar. Um escândalo na roda social fluminense - o que deve ter acontecido? Por sua vez, Gregório, rapaz cobiçado da côrte, é raptado por um respeitado conde para avisá-lo de que uma polpuda herança o espera em Portugal. E o casamento com Clorinda? Gregório não pode casar-se e partir no dia seguinte? Não. Incrivel - ou tragicamente -, Clorinda e Gregório são irmãos. O romance, então, passa a girar em torno desse grande mistério, desvelando todos os fatos do passado que explicam o presente. Cada personagem tem uma participação importante. O final disso tudo, é bom avisar, pode não ser exatamente como aparentava ser. "Girândola de Amores" traz ao leitor personagens pouco idealizados e muito humanos, com uma forte discussão sobre as doenças mentais. As descrições paisagísticas do Rio de Janeiro daquela época, mais especialmente dos bairros do Rio Comprido, Tijuca e Botafogo, também são o ponto forte desta obra primorosa de Aluísio Azevedo. Uma leitura imperdível, vasta e profunda.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Girândola de amores”, de Aluísio Azevedo, publicado pela editora Martins Fontes, em 1960 e com 273 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 273
Ano: 1960
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
