
Título: Global Art Compass, the
Autor: Alistair Hicks
Sinopse: In Global Art Compass, Alistair Hicks demonstrates his belief that no single curator, critic, or dealer should monopolize our view of what is happening in the art world today, but that by listening to the artists themselves, we can gradually make out an ever-evolving web of patterns, relationships, and themes. Organized by continent and including extracts from interviews with artists from around the world, the book offers a fresh view of the contemporary art world through artists from France, Albania, Slovakia, Russia, Mexico, Brazil, The United States, China, India, and beyond. The range of artists whose work is explored includes Laure Prouvost, Anri Sala, Roman Ondák , Gabriel Orozco, Sandra Gamarra , Cai Guo-Qiang, and Nandan Ghiya, among many others. Acabamento: Hardcover. Peso: 250g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Global Art Compass, the”, de Alistair Hicks, publicado pela editora Thames and Hudson, em 2014 e com 224 páginas, integra a categoria Teoria e Crítica da Arte. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Thames and Hudson
Páginas: 224
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: Inglês
ISBN:
ISBN13: 9780500239193
Sobre a editora
Os livros da editora THAMES AND HUDSON costumam oferecer uma experiência que combina rigor histórico e visual com narrativas acessíveis, muitas vezes ilustradas com fotografias ou documentos que enriquecem a leitura. O catálogo apresenta obras que exploram desde biografias detalhadas de figuras históricas até estudos aprofundados em arte, fotografia e design, com um tom que varia entre o didático e o evocativo. A linguagem é clara, com ritmo que equilibra informação e envolvimento, e as obras frequentemente incluem elementos visuais como mapas, ilustrações e reproduções artísticas, ampliando a compreensão do leitor. Há títulos que trazem análises culturais e históricas, enquanto outros privilegiam uma abordagem mais visual e contemplativa, sugerindo um público interessado tanto em conhecimento quanto em apreciação estética.
