
Título: Godard, Jean-Luc
Autor: Luis Rosemberg Filho
Sinopse: "Godard, Jean-Luc" refaz, filme a filme, a trajetória - desde 1968 - do mais instigante dos cineastas. Os depoimentos de Godard (ao que acrescentamos o roteiro inédito do vídeo sobre o filme Passion) extrapolam a História do Cinema e mostram-no face aos atores, técnicos, produtores ou "Hollywood"; às vezes contraditório, perplexo, injusto, nunca porém satisfeito com algum sucesso passado, desvinculando-se sempre daquilo que já está apto a ser "tomado" pelos sistemas de produção, rompendo sempre com o que poderia vir a ser um "estilo Godard". Assim, talvez, surpreenda alguns leitores estritamente "cinéfilos", que Godard fale tanto das tensões sempre novas nas filmagens, mais que dos aspectos propriamente estéticos do filme, e isto porque a cronologia da sua obra se marca não por uma progressiva ascensão a uma perfeição, mas pelas idas e vindas, sucessos e fracassos do seu relacionamento com os outros, com a "equipe", como o mundo, ou seja, consigo mesmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Godard, Jean-Luc”, de Luis Rosemberg Filho, publicado pela editora Taurus, em 1986 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Taurus
Páginas: 260
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Taurus costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual e abrangência temática, com obras que transitam entre ensaios filosóficos, históricos e sociais. O catálogo revela uma preocupação em apresentar textos densos, muitas vezes com abordagens críticas e reflexivas sobre cultura, política, ciência e memória. A linguagem tende a ser clara, porém profunda, convidando o leitor a um envolvimento ativo com temas complexos, como a liberdade política, a inteligência artificial ou a crítica social. Há títulos que exploram narrativas mais densas e outras que adotam um tom mais didático e analítico, o que indica uma diversidade na forma, ainda que o foco permaneça em obras que provocam a reflexão e o debate.
