
Título: GODZILLA – A GUERRA DE MEIO SÉCULO
Autor: James Stokoe
Sinopse: Em Godzilla – A Guerra de Meio Século, o tenente Ota Murakami está a postos quando Godzilla pisa no Japão pela primeira vez, em 1954. Junto com seu amigo Kentaro, Ota assume grandes riscos para salvar vidas... e assim começa uma obsessão pelo Rei dos Monstros que dura quase 50 anos, passando por Gana, Vietnã, Mumbai e talvez o fim do mundo! O premiado autor James Stokoe, que é um grande fã do Godzilla, escreve e ilustra essa viagem épica pelo reino de destruição dos Kaijus, com batalhas espetaculares e algumas participações bem especiais. A edição é em capa dura, papel couchê e inclui vários extras como galeria de artes e anotações do autor.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “GODZILLA – A GUERRA DE MEIO SÉCULO”, de James Stokoe, publicado pela editora Conrad, em 2024 e com 136 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Conrad
Páginas: 136
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6558033666
ISBN13: 9786558033660
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,393
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
