
Título: Golf in the Kingdom
Autor: Michael Murphy
Sinopse: "...for golf’s soul surfers, Golf in the Kingdom is holy scripture." -- Golf
A spiritual journey, a lush travelogue, a parable of sports and philosophy—John Updike called this unique novel “a golf classic if any exists in our day.”
Now for the 50th anniversary, a beautiful new design and an introduction from Michael Murphy himself
Paired with a mysterious teacher named Shivas Irons, Michael Murphy is led through a round of phenomenal golf, swept into a world where extraordinary powers are unleashed in a backswing governed by “true gravity.” A night of adventure and revelation follows, and leads to a glimpse of Seamus MacDuff, the holy man who haunts a ravine off Burningbush’s thirteenth fairway—the one they call Lucifer’s Rug.
“A masterpiece on the mysticism of golf.” —San Francisco Chronicle
“A fascination . . . Golf in the Kingdom should have a long and prosperous life.” —Joseph Campbell
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Golf in the Kingdom”, de Michael Murphy, publicado pela editora Penguin Books, em 1997 e com 240 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 240
Ano: 1997-10-01
Edição: 25th Anniversary
Linguagem: en
ISBN: 0140195491
ISBN13: 9780140195491
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
