
Título: Graffiti Fine Art 2015
Autor: SESI-SP
Sinopse: O que conhecemos atualmente como street art, ou arte urbana, nasceu no seio de uma cultura alternativa que se globalizou, caracterizando-se por suas mensagens contestadoras, de crítica social, política e cultural. Ela é essencialmente o retrato de uma sociedade contemporânea, miscigenada, urbana e atenta à diversidade. No campo das artes plásticas, a manifestação mais expressiva dessa tendência é o graffiti, que, nos últimos tempos, tem sido reconhecido em todo o mundo como Fine Art. Este livro traz um panorama das obras apresentadas na terceira edição da GFA — III Bienal Internacional de Graffiti Fine Art. Aqui são mostrados trabalhos de artistas da Argentina, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália, do Chile, Peru, Japão, dos EUA, além de muitos talentos nacionais, revelando modos inéditos de abordagem e multiplicidade de visões.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Graffiti Fine Art 2015”, de SESI-SP, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2015 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 168
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582056494
ISBN13: 9788582056493
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,762
- Altura (cm): 25,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
