
Título: Grafismo Indígena
Autor: LUX VIDAL
Sinopse: Este livro reúne 13 artigos sobre grafismos indígenas mostrando a imensa riqueza e a grande variedade de suas manifestações entre os índios no Brasil. Importante contribuição para a etnologia brasileira o livro contou com a colaboração de antropólogos e especialista no assunto, com ampla experiência de campo, que reuniram uma rica iconografia aplicada em diferentes suportes - pedra, cerâmica, entrecasca, papel e, com maior freqüência o corpo humano. Abordando tanto questões gráficas e de forma como as simbólicas e teóricas, a maioria dos autores dá ênfase aos enfoques sociais, analisando as questões relativas a um desenvolvimento histórico específico, assim como as mudanças devido ao contato com a sociedade nacional, comercialização do artesanato e resistência étnica. Neste momento em que cresce o interesse pela questão indígena no país, o livro traz também importantes contribuições no campo da educação, nas questões relacionadas à preservação do meio ambiente, nas discussões sobre os direitos humanos e o respeito à diversidade étnica.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Grafismo Indígena”, de LUX VIDAL, publicado pela editora STUDIO NOBEL, em 2007 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: STUDIO NOBEL
Páginas: 296
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585445025
ISBN13: 9788585445027
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,480
- Altura (cm): 28,40
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
