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Graine de sorcière

Título: Graine de sorcière

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: Margaret Atwood réécrit Shakespeare avec brio dans ce nouveau roman rocambolesque et savoureux. Une histoire de vengeance mais aussi de rédemption et surtout une réflexion sur le pouvoir infini de la littérature. Injustement licencié de son poste de directeur du festival de Makeshiweg, au Canada, alors qu'il mettait en scène La Tempête de Shakespeare, Felix décide de disparaître. Il change de nom et s'installe dans une maisonnette au cœur de la forêt, pour y panser ses blessures, pleurer sa fille disparue. Et préparer sa vengeance. Douze années passent et une chance de renaître se présente à Felix, l'occasion de donner des cours de théâtre dans une prison. Là, enfin, il pourra voir sa troupe de détenus jouer La Tempête, et tendre un piège aux traîtres qui l'ont détruit. Mais la chute de ses ennemis sera-t-elle suffisante pour permettre à Felix de s'élever à nouveau ? Le nouveau roman de Margaret Atwood, la grande dame des lettres canadiennes au succès phénoménal, est un hommage à Shakespeare, à travers une prose sublime, déchirante et drôle à la fois.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Graine de sorcière”, de Margaret Atwood, publicado pela editora 10x18, em 2020 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: 10x18

Páginas: 360

Ano: 2020

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2264074132

ISBN13: 9782264074133

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

    Ver mais sobre o autor

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