
Título: Gramática Superior da Língua Portuguesa
Autor: José Augusto Carvalho
Sinopse: O título – Gramática superior da língua portuguesa – não é pretensioso como à primeira vista pode parecer. Trata-se, antes, de uma hipálage, como a que existe em Gramática secundária, de Said Ali: não é a gramática que é secundária, mas o curso a que ela se destina. Aqui também não é a gramática que é superior, mas o curso ou o nível do consulente. Há, aqui, portanto, a presunção de que o consulente já tem algum conhecimento técnico de sua língua. Por isso, alguns pontos gramaticais contêm apenas o essencial; outros, no entanto, quase se constituem em ensaios, como o capítulo sobre o conceito de pronome, por exemplo. O autor não quis fazer apenas mais uma gramática, como tantas que há para estudantes do 1º e 2º graus, ou uma gramática destinada a um público mais amplo, como as de Celso Cunha, de Rocha Lima, de Evanildo Bechara ou de Adriano da Gama Kury. Quis, antes, fazer uma gramática especialmente para estudantes universitários. Daí os questionamentos, as discussões, as observações mais ousadas, as contestações, os pontos polêmicos. Se pelo menos um estudante ou um professor universitário aceitar o desafio em sala de aula ou promover o debate, segundo o autor, terá valido a pena o esforço.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Gramática Superior da Língua Portuguesa”, de José Augusto Carvalho, publicado pela editora Thesaurus, em 2014 e com 448 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Thesaurus
Páginas: 448
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8564494329
ISBN13: 9788564494329
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
