
Título: Gratuitous Suffering and the Problem of Evil
Autor: Bryan Frances
Sinopse: Suffering that is not coupled with any redeeming good is one of our worlds more troubling, apparent glitches. It is particularly vexing for any theist who believes that the world was created by a supremely morally good, knowledgeable, and powerful god. Gratuitous Suffering and the Problem of Evil: A Comprehensive Introduction is among the first book-length discussions of theistic approaches to this issue. Bryan Francess lucid and jargon-free analyses of a variety of possible responses to the problem of gratuitous suffering will provide serious students or general readers much material with which to begin an extended contemplation of this ancient and contemporary concern. The perfect size and scope for an introductory philosophy classs discussion of the problem of evil and suffering, and deliberately crafted to be approachable by all interested readers, Gratuitous Suffering and the Problem of Evil is philosophy doing what it does best: serious, engaged, rigorous explorations of even the darkest truths. The book offers many useful pedagogical features, including chapter overviews and summaries, annotated suggested readings, and eight-eight discussion questions.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Gratuitous Suffering and the Problem of Evil”, de Bryan Frances, publicado pela editora Routledge, em 2013 e com 209 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 209
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1135096767
ISBN13: 9781135096762
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
