
Título: Gravidade das Coisas Miudas, A
Autor: Jorge Miguel Marinho
Sinopse: Decodificar miudezas. Reverberar sensações. Expor sentimentos. Até emergir o significado de temas universais – amor, solidão, melancolia, silêncio, amizade. Nada escapa à lupa de Jorge Miguel Marinho, cujo olhar reflete a grandeza necessária do que aparenta uma pequenez inata. No papel de cronistacontista (ou vice-versa), o autor investiga as imediações para descobrir recônditos da existência guardados em joias do cotidiano, oferecendo, neste percurso, um inventário de referências filosóficas, cinematográficas, literárias e musicais. Em A gravidade das coisas miúdas, notas de pé de página, registros prosaicos, reflexões pessoais e personagens ficcionais se misturam em uma babel literária marcada pela narrativa sanguínea, cujo fluxo se dá linha após linha, em meio a uma rota exploratória aberta, viva e rítmica. Ao celebrar a gravidade possível do detalhe, redimensiona a infinita beleza do viver.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Gravidade das Coisas Miudas, A”, de Jorge Miguel Marinho, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2016 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 208
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550401056
ISBN13: 9788550401058
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,253
- Altura (cm): 19,80
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
