
Título: Grimório Henoteísta do Anarcocosmo
Autor: Leonardo Triandopolis Vieira
Sinopse: O Grimório Henoteísta do Anarcocosmo é uma jornada mística e endotérica para dentro das fronteiras de um horizonte de possibilidades. Fruto de setecentas e setenta e sete viagens astrais acidentais, este livro é o primeiro e talvez único volume da contradoutrina presente na Diegese da Insurreição Anarcomágica (DIA), nascido dos segredos revelados por imaginações ocultas e chaves místicas. Aqui, não há hierarquias ou verdades absolutas. O templo da Acidental e Mítica Ordem Anarcomágica (AMOA) se localiza no espaço entre a palavra e a percepção, onde cada leitura é um rito de transmutação. As treze seções e a oração final deste tratado podem revelar um caminho que não subjuga, mas liberta, não estratifica, mas expande. Este grimório evoca a magia como ato de resistência e transformação, oferecendo não apenas fórmulas, mas uma possibilidade de estar no mundo. Leitura recomendada para aqueles que buscam a faísca do oculto no cotidiano e desejam conjurar o caos criativo que molda o anarcocosmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Grimório Henoteísta do Anarcocosmo”, de Leonardo Triandopolis Vieira, publicado pela editora Não Sou Uma Editora, em 2025 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Não Sou Uma Editora
Páginas: 148
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6501288177
ISBN13: 9786501288178
Sobre a editora
Os livros da editora Não Sou Uma Editora conduzem o leitor a universos onde o imaginário se mistura com o místico, o histórico e o experimental. A experiência de leitura varia entre narrativas densas e simbólicas, como adaptações de obras clássicas para contextos brasileiros, e textos que exploram o oculto e o esotérico com linguagem ritualística. O catálogo apresenta também trabalhos que desafiam formatos tradicionais, combinando prosa e poesia em experimentações formais. O tom é frequentemente carregado de mistério e simbolismo, com ambientações que vão do Sertão brasileiro a cidades etéreas e realidades distópicas. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que dialogam com o fantástico, o histórico e o metafísico, sempre com um ritmo que privilegia a reflexão e a imersão.
