
Título: Groucho-Marxismo
Autor: Bob Black
Sinopse: Mais um livro da coleção Baderna - a arte da subversão para as novas gerações. Em Groucho Marxismo, um anarquista faz piadas com o idealismo. Bob Black nos lembra que, se a revolução não servir para dançar e rir, não será nossa revolução. Hoje, diante do esforço da esquerda em se mostrar "responsável", digna de ser aceita nos grandes salões da sociedade, até mesmo o direitista mais nerd tira um sarro disso. Se esses nerds não têm graça, Bob Black tem. Com um texto muito inteligente, ele debocha da esquerda. Pleno emprego? "Uma ameaça, não uma promessa". Socialistas? "Cordeiros em pele de lobo." Lazer? "Trabalho pelo qual o chefe não te paga." Eleições? "A mongocracia em ação." Arte? "Um substituto cada vez mais inadequado para sexo." Civilização? "A doença de pele da biosfera." A direita? "Torta." A esquerda? "Um zero à esquerda." Com humor, ele faz críticas muitas vezes mais profundas do que textos acadêmicos seriam capazes. Críticas às convicções alheias e às próprias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Groucho-Marxismo”, de Bob Black, publicado pela editora Conrad, em 2006 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 116
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576161508
ISBN13: 9788576161509
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
