
Título: Guandhi. A Arte da Luta
Autor: Jang Hyeon
Sinopse: Nascido na Índia em 1869, Mahatma Gandhi é umas das figuras mais emblemáticas do século XX. Conhecido como “Pai da Independência” na Índia, criou um método inédito de luta: contra a violência, utilizava a paz. Liderado por Gandhi, o povo indiano usou a desobediência civil, e não a violência, para combater a opressão da colonização inglesa, ainda que isso lhes custasse sua vida e sua liberdade. Ele até criou uma palavra para ilustrar sua luta: Satyagraha, que quer dizer “a força da verdade” e, na prática, significava jamais usar a violência e sempre resistir a todas as formas de discriminação. Assim, o mundo passou a observar com outros olhos a situação da Índia, ficando do lado de seu povo na luta pela independência. Com Gandhi aprendemos que a paz é uma grande arma na busca por um mundo mais justo e livre para todos os povos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Guandhi. A Arte da Luta”, de Jang Hyeon, publicado pela editora Pallas, em 2001 e com 38 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Pallas
Páginas: 38
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8534704627
ISBN13: 9788534704625
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,215
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 28,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Pallas conduzem o leitor por territórios ricos em cultura afro-brasileira, ancestralidade e narrativas que dialogam com a oralidade e a tradição. A leitura costuma trazer uma imersão em temas como religiões de matriz africana, orixás, e histórias que exploram a memória coletiva e individual de comunidades negras. O tom varia entre o poético e o didático, com obras que transitam entre contos, crônicas, relatos históricos e ensaios, sempre com linguagem acessível, mas atenta às sutilezas culturais. O catálogo da Pallas revela ainda um interesse por histórias que abordam questões sociais, como desigualdade racial, violência urbana e resistência, apresentadas sem sentimentalismos, mas com uma tessitura literária que valoriza a experiência humana e a diversidade de vozes.
