
Título: Guerra na Língua: Mídia, Poder e Terrorismo
Autor: Ruberval Ferreira
Sinopse: Como a linguagem pode representar a violência, o terror, o medo? Mais do que responder a essas questões este livro mostra que o terrorismo e as instâncias de poder global relacionadas à sua análise e ao seu combate são mais do que temas da realidade. Explorando um intinerário teórico nada comum, o autor articula com habilidade a desconstrução, de Jacques Derrida, a Teoria dos Atos de Fala, de John Austin, e a discussão que a vertente sócio-cognitivo-interacional da Linguística Textual propõe sobre a questão da referenciação linguística, para assinalar que a atividade da linguagem resulta primeiramente da necessidade de uma relação com o outro, e que essa relação faz da linguagem um lugar de tensões e de conflitos. Essa elaboração de uma concepção de linguagem constituída intangivelmente pelas dimensões ética e política é tecida através da análise que o autor faz de um dos fenômenos midiáticos mais impactantes dos últimos anos - o "11 de setembro". A propriedade com que são apresentadas as complexas relações entre mídia, poder e terrorismo, na análise que o autor faz desse "objeto", confere a esta obra uma relevância multidisciplinar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guerra na Língua: Mídia, Poder e Terrorismo”, de Ruberval Ferreira, publicado pela editora EDUECE, em 2007 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDUECE
Páginas: 200
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora EDUECE revelam uma preocupação constante com temas acadêmicos e sociais, frequentemente ancorados em pesquisas e análises críticas. A experiência de leitura tende a ser densa e reflexiva, com textos que exploram desde a filosofia e a história até questões contemporâneas como violência de gênero e gestão pública. O tom varia entre o analítico e o didático, com obras que combinam fundamentação teórica e exemplos práticos, favorecendo leitores que buscam aprofundamento e contextualização. O catálogo indica uma preferência por narrativas que dialogam com a realidade social e educacional, muitas vezes em linguagem acessível, mas sem abrir mão da complexidade dos temas abordados.
