
Título: Guerrilha do Araguaia: A esquerda em armas
Autor: Romualdo Pessoa Campos Filho
Sinopse: O livro Guerrilha do Araguaia – a esquerda em armas aborda um dos mais obscuros períodos da história brasileira. Sob a ditadura militar implantada em 1964, diversas organizações e partidos de esquerda buscavam maneiras de resistir à violência do regime. A perseguição nas cidades e a necessidade de se arregimentar um contingente disposto a lutar pela democracia e pela igualdade levaram dezenas de militantes do PCdoB às matas da região do Araguaia. Nascia assim, no começo dos anos 1970, a principal resistência guerrilheira ao autoritarismo, somente derrotado depois de as Forças Armadas deslocarem para a selva o seu maior efetivo desde a Segunda Guerra Mundial. Na obra, Campos Filho resgata este episódio, privilegiando as vozes daqueles que por muitos anos viveram sob a lei do silêncio: os camponeses do Araguaia. Num relato comovente e, ao mesmo tempo, historicamente rigoroso, o autor revela um importante capítulo da recente história brasileira que muitos ainda tentam esconder.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guerrilha do Araguaia: A esquerda em armas”, de Romualdo Pessoa Campos Filho, publicado pela editora UFG, em 2003 e com 241 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UFG
Páginas: 241
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8572740791
ISBN13: 9788572740791
Sobre a editora
Os livros da editora UFG costumam apresentar uma leitura densa e focada em temas acadêmicos e culturais, com forte presença de estudos literários, linguísticos e históricos. O ritmo das obras varia entre análises detalhadas e narrativas que resgatam memórias e contextos sociais, muitas vezes com tom reflexivo e rigoroso. Há um interesse recorrente em examinar processos culturais brasileiros, como o sertão e suas representações, além de investigações sobre períodos históricos marcantes, como a resistência política na ditadura militar. O catálogo indica também uma preocupação com o diálogo entre teoria e prática, seja na educação, filosofia ou nas ciências sociais, o que sugere um público leitor atento a textos que mesclam pesquisa e reflexão crítica.
