
Título: Guia da Transformação Thelêmica
Autor: Frater B. 156 0º=0□ A.·.A.·.
Sinopse: Frequentemente ouvimos relatos de pessoas que se sentem muito envolvidas com os ensinamentos Thelemicos, mas que ainda não se julgam Thelemitas porque ainda não foram iniciadas ou fazem parte de alguma Organização ou Ordem. Quando ouvimos isso, é quase que inevitável no remertemos imediatamente ao passado, quando recebemos as primeiras instruções e não encontramos referência alguma de tal condição. A questão é: Onde está escrito em qualquer lugar da literatura thelemica que somente Iniciados podem ser Thelemitas? Esse Guia de Transformação foi escrito para aqueles que: já ouviram superficialmente falar de Thelema; nunca ouviram falar de Thelema; estão confusos sobre o que é Thelema; são estudantes de ciências ocultas comparadas. enfim, desejam se tornar Thelemitas. O Guia de Transformação é uma conjunto de textos (libri) escritos por Mestre Therion e por Frater Achad que tinham exatamente a intenção de instruir acerca da Filosofia de Thelema. Todos os textos desta seleção podem ser encontrados na obra The Equinox.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guia da Transformação Thelêmica”, de Frater B. 156 0º=0□ A.·.A.·., publicado pela editora 1, em 1970 e com 62 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 1
Páginas: 62
Ano: 1970
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora 1 trazem uma variedade que transita entre narrativas de fantasia e romance, com uma presença notável de histórias que exploram relações afetivas intensas, muitas vezes em contextos urbanos ou sobrenaturais. O catálogo apresenta desde tramas de amor LGBT até aventuras com elementos fantásticos e mistérios policiais, oferecendo uma leitura que pode ser tanto emocionalmente envolvente quanto repleta de suspense. A linguagem tende a equilibrar momentos de tensão e introspecção, com personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos, seja em universos realistas ou em mundos imaginários. Essa diversidade sugere um público aberto a diferentes ritmos, do mais contemplativo ao mais acelerado.
