
Título: Guia do Espaço Sagrado
Autor: Claúdio de Pastro
Sinopse: Para Pastro, autor do livro, liturgia e a vida cristã definem todo o seu trabalho. Trinta anos de experiência vividos no dia-a-dia da Igreja permitiram-lhe avançar em conhecimento e autoridade na área do espaço sagrado. Tem sido convidado não só para arquitetar como também para reformar e ambientar igrejas, catedrais e capelas na Europa, na América e no Brasil. Vários são os cursos e conferências pronunciadas a respeito. Foi convidado pelo Vaticano para realizar o Cristo Salvador e Evangelizador para as comemorações da abertura do III Milênio. Neste Guia do Espaço Sagrado, Pastro aborda o que é o espaço, a visão cristã de mundo, a Liturgia, a Casa de Deus, a Casa dos homens, a Casa da Igreja, apresenta estudos e projetos, bem como um guia, sob os tópicos: "vestes, paramentos litúrgicos e alfaias", "vasos litúrgicos, elementos e objetos sagrados", "as palavras na celebração litúrgica" e "os gestos cristãos e celebrativos".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guia do Espaço Sagrado”, de Claúdio de Pastro, publicado pela editora Edições Loyola, em 2001 e com 261 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 261
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
