
Título: Guia Prático Para Cuidar de Demónios: Practical Demonkeeping (Pine Cove #1)
Autor: Christopher Moore
Sinopse: APERTEM OS CINTOS, SENHORAS E SENHORES. É TEMPO DE CHRISTOPHER MOORE! Nesta engenhosa narrativa de Moore encontramos um dos pares mais dissonantes de que há memória nos anais da Literatura. O bem parecido é um exseminarista e académico «de estrada», de cem anos de idade, Travis OHearn. O verde é Catch, um demónio com o péssimo hábito de comer praticamente todas as pessoas que conhece. Por detrás da falsa fachada Tudor de Pine Cove, Catch vê um bufete de quatro estrelas. E Travis julga ter descoberto a forma de se livrar do seu companheiro de viagem, de dentes aguçados. Mas, entretanto, os bêbados, as neo-pagãs e os sedutores caloteiros de Pine Cove têm outros planos. E ninguém está minimamente preparado, quando o inferno estoira!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guia Prático Para Cuidar de Demónios: Practical Demonkeeping (Pine Cove #1)”, de Christopher Moore, publicado pela editora Edições Gailivro, em 2009 e com 328 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Gailivro
Páginas: 328
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895575912
ISBN13: 9789895575916
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Gailivro costumam explorar universos narrativos que misturam o fantástico com o cotidiano, muitas vezes inseridos em cenários urbanos ou comunidades pequenas. A leitura tende a ser marcada por um tom que varia entre o humor irreverente e a tensão dramática, com personagens jovens enfrentando dilemas sobrenaturais, conflitos de poder e descobertas pessoais. A diversidade do catálogo inclui desde histórias com vampiros e bruxas até narrativas de investigação policial e fantasia épica, sugerindo um público interessado em tramas que combinam aventura, mistério e elementos sobrenaturais. O ritmo das obras pode oscilar entre o ágil e o mais contemplativo, com enredos que privilegiam tanto o desenvolvimento emocional quanto a ação.
