
Título: Guinga: Os mais belos acordes do subúrbio
Autor: Mario Marques
Sinopse: Mario Marques, jornalista do Segundo Caderno - O Globo, convida o leitor a entrar na intimidade de um criador - Guinga. E o retrato do artista em movimento que surge após a leitura é apaixonante. Nascido no subúrbio carioca, Guinga é adorado pelos músicos e pouco conhecido do público em geral. Mas para quem já foi capturado pela arte de Guinga, musicalmente ele vem sendo freqüentemente descrito como um gênio. Reinventor de diversas tradições, transita sem se prender por choro, valsa, baião, samba, fox, tango, frevo, blues, toada, rumba, jazz e o diabo a quatro. Muitas vezes transgride, embaralha estilos, tirando daí sua assinatura, sua identidade. Não faltam dados biográficos e psicológicos de Guinga nesse livro, fazendo uma panorâmica de um trabalho em progresso, de um dos gênios da Música Popular Brasileira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Guinga: Os mais belos acordes do subúrbio”, de Mario Marques, publicado pela editora Gryphus, em 2003 e com 153 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gryphus
Páginas: 153
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575100254
ISBN13: 9788575100257
Sobre a editora
Os livros da editora GRYPHUS convidam o leitor a navegar por um universo editorial que mescla narrativas densas e temas contemporâneos, com abordagens que vão do ensaio político a histórias de fantasia urbana. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram tensões sociais e culturais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou latino-americanos, mas sem se limitar a eles. O tom varia entre o analítico e o poético, com textos que podem ser tanto reflexivos quanto carregados de humor sutil. Há também espaço para obras que dialogam com o sobrenatural, misturando elementos de suspense e aventura com uma linguagem acessível, o que amplia o público para leitores jovens e adultos. Essa diversidade sugere que a GRYPHUS privilegia livros que provocam reflexão e entretêm, com narrativas que transitam entre o realismo e o fantástico.
