
Título: Gulp: Adventures on the Alimentary Canal
Autor: Mary Roach
Sinopse: Why is crunchy food so appealing? Why is it so hard to find words for flavors and smells? Why doesn’t the stomach digest itself? How much can you eat before your stomach bursts? Can constipation kill you? Did it kill Elvis? In Gulp we meet scientists who tackle the questions no one else thinks of—or has the courage to ask. We go on location to a pet-food taste-test lab, a fecal transplant, and into a live stomach to observe the fate of a meal. With Roach at our side, we travel the world, meeting murderers and mad scientists, Eskimos and exorcists (who have occasionally administered holy water rectally), rabbis and terrorists—who, it turns out, for practical reasons do not conceal bombs in their digestive tracts. Like all of Roach’s books, Gulp is as much about human beings as it is about human bodies.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Gulp: Adventures on the Alimentary Canal”, de Mary Roach, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2013 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 352
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0393081575
ISBN13: 9780393081572
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
