
Título: H Is For Homicide
Autor: Sue Grafton
Sinopse: 2 cassettes / 3 hours Read by Judy Kaye Kinsey Millhone, the irreverent, wise-cracking P.I. with a style reminiscent of Philip Marlowe, is back in a high-stakes adventure. His name was Parnell Perkins and until shortly after midnight, he'd been a claims adjuster for California Fidelity. Then someone had come along and ended his career . . . permanently. To the cops, his death looked like a robber gone sour; to Kinsey Millhone, it looked strangely suspicious. Particularly when Bibianna Diaz's name surfaced in one of Perkins' files. It seems she had pulled an insurance scam, with California Fidelity as her mark. Now, Kinsey was after her. But so, too, was her spurned suitor, Raymond Maldonado. he had a rap sheet as long as his arm and an inability to take no for an answer. Could Kinsey get to Bibianna first and solve the mystery of Perkins' murder? Or would she find that once you crossed Raymond Maldonado, you didn't live to tell the tape?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “H Is For Homicide”, de Sue Grafton, publicado pela editora Ballantine Books, em 1992 e com 287 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 287
Ano: 1992
Edição: Reprint
Linguagem: inglês
ISBN: 0449219461
ISBN13: 9780449219461
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
