
Título: Hacking the Electorate: How Campaigns Perceive Voters
Autor: Eitan D. Hersh
Sinopse: Hacking the Electorate is the most comprehensive study to date about the consequences of campaigns using microtargeting databases to mobilize voters in elections. Eitan Hersh follows the trail from data to strategy to outcomes. Hersh argues that most of what campaigns know about voters comes from a core set of public records. States vary in the kinds of records they collect from voters - and these variations in data across the country mean that campaigns perceive voters differently in different areas. Consequently, the strategies of campaigns and the coalitions of voters who are mobilized fluctuate across the country because of the different ways campaigns perceive the electorate. Data policies influence campaigns, voters and, increasingly, public officials.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hacking the Electorate: How Campaigns Perceive Voters”, de Eitan D. Hersh, publicado pela editora Cambridge University Press, em 2015 e com 274 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cambridge University Press
Páginas: 274
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Cambridge University Press apresentam uma leitura que combina rigor acadêmico com abordagens que exploram tanto temas históricos e sociais quanto avanços científicos e educacionais. O catálogo revela obras que vão desde análises profundas sobre sociedades antigas e críticas culturais até estudos contemporâneos em ciências exatas, humanas e linguísticas. O tom varia entre o didático e o analítico, com textos que contemplam desde narrativas históricas detalhadas até exposições metodológicas e teóricas, muitas vezes com linguagem acessível a estudantes e pesquisadores. Há uma presença marcante de obras que investigam processos sociais complexos, como dinâmicas de poder, transformações culturais e debates políticos, ao lado de publicações voltadas para aprendizado de idiomas e ciências aplicadas.
