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Hafiz - A gargalhada de Deus

Título: Hafiz - A gargalhada de Deus

Autor: Hafiz de Shiraz

Sinopse: Khwaja Shamsuddin Mohammad Hafiz Shirazi, conhecido como Hafiz, é um dos mais célebres poetas persas, cujos poemas capturaram os corações e as mentes de inúmeras pessoas ao longo dos séculos. Sua coleção de poemas acerca do amor rivaliza tão somente com Jalal ud-Din Rumi em termos de popularidade e influência. Apesar de ter vivido no já distante séc. XIV, muitos dos seus poemas são até hoje usados como provérbios e ditados. Já o seu senso travesso de ironia atraiu muitos poetas e compositores ocidentais ao longo dos séculos – incluindo Goethe, Brahms e Wagner. Após ter me aventurado a traduzir os poemas de Rumi e Omar Khayyam, assim como a prosa da Inayat Khan, era inevitável chegar a outro grande expoente da poesia sufi. Para tal tarefa descomunal usei como base algumas das melhores traduções de Hafiz para a língua inglesa, incluindo as versões de Wilberforce Clarke, Paul Smith, Arthur Arberry, Gertrude Bell, John Payne, Mehdi Nakosteen e Daniel Ladinsky. São pelo menos 60 poemas místicos à espera de serem desvelados e degustados. Boa jornada! Rafael Arrais

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hafiz – A gargalhada de Deus”, de Hafiz de Shiraz, publicado pela editora Textos para Reflexão, em 2025 e com 95 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Textos para Reflexão

Páginas: 95

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Textos para Reflexão convidam o leitor a uma imersão profunda na alma, na espiritualidade e na filosofia, com textos que exploram desde a mística pessoal até reflexões sobre ciência e política. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com tradições espirituais diversas, como o sufismo, o cristianismo gnóstico e o budismo, sempre com um tom contemplativo e por vezes poético. Há uma tensão entre o rigor filosófico e a linguagem acessível, que busca popularizar temas densos, além de uma presença constante da autorreflexão e do questionamento existencial. O ritmo varia entre ensaios densos e textos mais líricos, contemplativos ou narrativos, e o público tende a ser aquele interessado em pensar a vida sob múltiplas perspectivas, sem pressa.

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