
Título: Hannah Arendt e os limites do novo
Autor: Maria Aparecida Abreu
Sinopse: Consciente de seu distanciamento em relação às exigências internas da filosofia política de Hannah Arendt, a autora põe-se a perscrutar os limites que tal filosofia impõe Pás possibilidades da criatividade institucional no âmbito das sociedades democráticas contemporâneas. Não há dúvidas de que a experiência do século XX, e desse início lamentável de XXI, constituiu um campo fértil para desconfiarmos daquilo que se transformou a política liberal e democrática moderna. E também por isso a crítica arendtiana dos fundamentos da política moderna pode ganhar adesão. Mas como lidar, a partir dessa referência, com temas tão relevantes para a vida contemporânea com a elaboração das leis, dos pactos, da justiça, sem simplesmente excluí-los do alcance do conceito de política? Questão que, entre outras de igual importância, encontra-se neste livro, que constitui uma crítica informada e sem rodeios aos limites dos usos atuais da filosofia política de Hannah Arendt.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hannah Arendt e os limites do novo”, de Maria Aparecida Abreu, publicado pela editora Azougue editorial, em 2004 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Azougue editorial
Páginas: 168
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588338459
ISBN13: 9788588338456
Sobre a editora
Os livros da editora Azougue Editorial convidam a uma imersão em trajetórias intelectuais e culturais marcantes, com foco em entrevistas, ensaios e reflexões profundas. O leitor encontra obras que exploram a vida e obra de figuras centrais das artes, política e pensamento social, frequentemente por meio de depoimentos e conversas que revelam múltiplas facetas desses personagens. A linguagem tende a ser densa e analítica, favorecendo quem aprecia um ritmo mais contemplativo e um tom que mistura o rigor crítico com a dimensão pessoal. O catálogo sugere um interesse consistente por temas ligados à cultura brasileira, à filosofia política e às vanguardas artísticas do século XX.
