
Título: Hans Jonas e a diferença antrolopológica
Autor: Wendell Evangelista Soares Lopes
Sinopse: Hans Jonas tornou-se notório por suas pesquisas sobre o gnosticismo, especialmente com seu opus magnum, Das Prinzip Verantwortung [O princípio responsabilidade] (1979). Mas como o próprio filósofo reconhece, sua ética está intrinsecamente conectada com sua biologia filosófica, fase de sua obra menos conhecida e estudada em nosso contexto nacional. Este livro se revela um trabalho pioneiro capaz de suprir justamente essa desfavorável lacuna dos estudos jonasianos no Brasil, pois traz uma análise aprofundada da biologia filosófica de Jonas, tomando como chave hermenêutica o que o autor designa por “diferença antropológica”, o que nada mais é do que levar a cabo a diretriz indicada pelo próprio filósofo, já que, diz Jonas: “Minha opinião é a de que a filosofia deve elaborar uma nova doutrina do ser. Nesta, a posição do homem no cosmos e sua relação com a natureza deveriam estar no centro da meditação”.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Hans Jonas e a diferença antrolopológica”, de Wendell Evangelista Soares Lopes, publicado pela editora Edições Loyola, em 2017 e com 520 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 520
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515043815
ISBN13: 9788515043811
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,583
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
