
Título: Hans Staden
Autor: Monteiro Lobato
Sinopse: "A aventura do viajante alemão entre os índios brasileiros “– Que situação horrível, vovó, a de um homem no caso de Hans! – disse a menina. – Saber que vai ser comido e viver assim, é hoje, é amanhã… Seria preferível que o matassem logo no primeiro dia! – Se o matassem logo no primeiro dia, não estavam vocês hoje a ouvir a sua história – respondeu Dona Benta.” Após o descobrimento do Brasil, muitos foram os navegado¬res, viajantes e mercenários que aportaram por aqui. Mas poucos viveram peripécias como as do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1576), que, após naufragar, viveu meses – sob a ameaça de ser devorado – entre os índios tupinambás e testemunhou o costume da tribo de canibalizar os prisioneiros. Neste livro de Monteiro Lobato publicado em 1927, Dona Benta reconta esta que é uma das primeiríssimas aventuras acontecidas em terras brasileiras – e deixa de queixo caído a turma do Sítio do Picapau Amarelo."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hans Staden”, de Monteiro Lobato, publicado pela editora Brasiliense, em 1976 e com 90 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 90
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8525438146
ISBN13: 9788525438140
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
