
Título: Hatchepsut: The Female Pharaoh
Autor: Joyce Tyldesley
Sinopse: Egypt's Queen or, as she would prefer to be remembered, King Hatchepsut ruled over an age of peace, prosperity, and remarkable architectural achievement (c. 1490 b.c.). Had she been born a man, her reign would almost certainly have been remembered for its stable government, successful trade missions, and the construction of one of the most beautiful structures in the world the Deir el-Bahri temple at Luxor. After her death, however, her name and image were viciously attacked, her monuments destroyed or usurped, her place in history systematically obliterated. At last, in this dazzling work of archaeological and historical sleuthing, Joyce Tyldesley rescues this intriguing figure from more than two thousand years of oblivion and finally restores the female pharaoh to her rightful prominence as the first woman in recorded history to rule a nation.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hatchepsut: The Female Pharaoh”, de Joyce Tyldesley, publicado pela editora Penguin Books, em 1998 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 304
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780140244649
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
