
Título: Hating My New Husband (Hate Love #3)
Autor: B. B. Hamel
Sinopse: Fake husband. Real a--hole. As soon as I get what I want, I’m gone. I hate Davis so much I could puke. For years I’ve hated him, ever since high school. Now he’s back in my life, and of course he’s successful and gorgeous. That’s Davis, perfect Davis, with his incredible eyes and ripped body. Most women would die to lick sweat from his arms. I’d rather swallow dirt. But he says he needs my help, and he’s offering me a ton of money. All I have to do is one simple, stupid, tiny little thing: I just have to marry him. Pretend to be his wife. Simple, right? Except nothing is simple with Davis. He’s Canadian, and his enemies want him deported. So I need to trick immigration into letting him stay. Sure, totally cool, no big deal, I lie to federal agents all the time. Except I hate him so much, I can’t think straight. I spend all night dreaming about his hands on my body. As soon as his lips touch mine and he whispers, I do, I know we’re screwed. We’re never getting away with this. Unless maybe, just maybe, we can turn this fake marriage into something real.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hating My New Husband (Hate Love #3)”, de B. B. Hamel, publicado pela editora Kindle Edition, em 2019 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 176
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
