
Título: HEGEL- COLECAO FIGURAS DO SABER
Autor: Benoît Timmermans
Sinopse: Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831) é, com Platão, o mais aviltado de todos os filósofos. Ele que desejava afirmar o poder do negativo para tornar fluido o pensamento enclausurado de Kant, foi criticado por dizer tudo e seu contrário; sua grande ferramenta conceitual, a dialética, por meio da qual ele pretendia entender os caminhos do espírito em suas diversas encarnações (arte, religião, história, saber), viu-se caricaturada na mais do que famosa tríade ''''tese-antítese-síntese''''; e, a partir de seu interesse pela luta de vida ou morte da qual surgem o ''''mestre'''' e o ''''escravo'''', atribui-se a ele uma queda pela dominação. Esta obra aborda primeiro ''''A ciência da lógica'''', depois a ''''Fenomenologia do espírito'''' e se interessa finalmente pela posteridade vivaz desse pensador complexo e incontornável que, após ter dominado todo o século XIX, viu sua influência confirmada no século seguinte - de Marx a Lacan, passando por Kierkegaard, Nietzsche, Kojève.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “HEGEL- COLECAO FIGURAS DO SABER”, de Benoît Timmermans, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2005 e com 182 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 182
Ano: 2005
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481025
ISBN13: 9788574481029
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,253
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
