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Hegel or Spinoza

Título: Hegel or Spinoza

Autor: Pierre Macherey

Sinopse: Hegel or Spinoza is the first English-language translation of the modern classic Hegel ou Spinoza. Published in French in 1979, it has been widely influential, particularly in the work of the philosophers Alain Badiou, Antonio Negri, and Gilles Deleuze. Hegel or Spinoza is a surgically precise interrogation of the points of misreading of Spinoza by Hegel. Pierre Macherey explains the necessity of Hegels misreading in the kernel of thought that is indigestible for Hegel, which makes the Spinozist system move in a way that Hegel cannot grasp. In doing so, Macherey exposes the limited and situated truth of Hegels perspectivewhich reveals more about Hegel himself than about his object of analysis. Against Hegels characterization of Spinozas work as immobile, Macherey offers a lively alternative that upsets the accepted historical progression of philosophical knowledge. He finds in Spinoza an immanent philosophy that is not subordinated to the guarantee of an a priori truth. Not simply authorizing a particular readinga good Spinoza against a bad HegelHegel or Spinoza initiates an encounter that produces a new understanding, a common truth that emerges in the interval that separates the two.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hegel or Spinoza”, de Pierre Macherey, publicado pela editora University of Minnesota Press, em 2012 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: University of Minnesota Press

Páginas: 264

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora University of Minnesota Press costumam apresentar uma leitura que combina rigor teórico com uma abordagem crítica das dinâmicas culturais, políticas e sociais contemporâneas. O catálogo revela uma forte presença de obras que exploram temas como identidade cultural, globalização, conflitos de classe e questões pós-coloniais, muitas vezes com um tom analítico e denso, mas acessível. Há também um interesse evidente por estudos culturais que dialogam com filosofia, teoria política e crítica social, além de um olhar atento para as interseções entre arte, mídia e tecnologia. O ritmo das obras varia entre narrativas mais reflexivas e ensaios que propõem debates instigantes, o que pode atrair leitores dispostos a confrontar perspectivas complexas e multifacetadas.

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