
Título: HEIDEGGER E A DESTRUIÇÃO DA ÉTICA
Autor: Cabral Marques
Sinopse: Esta destruição da ética busca uma compreensão radical, isto é, essencial do homem, fundamento a partir do qual, e somente a partir do qual, é possível falar de uma ética possível e responsável. A constante destruição e o despensamento são o caminho para a insistente retomada do homem, quer dizer, da insistente retomada de seu lugar, de sua terra, de sua pátria, enfim, de seu ethos. Daí a fala de uma ética originária, sempre nascente e renascente da e na própria gênese do homem. Como Alexandre Marques Cabral nos adverte certeiramente, trata-se de um trabalho aquém ou além, seja do ''''dogmatismo moral'''', seja do ''''niilismo axiológico''''. Tal postura não é uma medida para as reais e grandes coisas do espírito. Da vida do espírito e do espírito da vida, para dizer as coisas pleonasticamente. (por Gilvan Fogel)
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “HEIDEGGER E A DESTRUIÇÃO DA ÉTICA”, de Cabral Marques, publicado pela editora Mauad X, em 2009 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Mauad X
Páginas: 208
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574782998
ISBN13: 9788574782997
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,370
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Mauad X costumam apresentar obras que transitam entre o rigor acadêmico e a reflexão acessível, com foco em temas sociais, culturais e históricos. A experiência de leitura varia entre análises detalhadas, como estudos sobre comunicação, história e antropologia, e abordagens mais práticas, como guias gastronômicos ou reflexões espirituais. O catálogo indica um interesse por questões contemporâneas e históricas, com textos que discutem desde dinâmicas sociais e políticas até manifestações culturais e identitárias. O tom dos livros é, em geral, informativo e analítico, com densidade conceitual que exige atenção, mas sem perder a clareza, e há obras que exploram tanto narrativas mais densas quanto outras de caráter mais didático e direto.
