
Título: Heidegger: O Nazismo, as Mulheres, a Filosofia
Autor: Alain Badiou
Sinopse: O filósofo alemão Martin Heidegger influenciou diversos nomes como Sartre, Lautman, Derrida, Foucault e Lacan. Simultaneamente, gera polêmica por seu envolvimento com o partido nazista alemão. Há uma faceta de Heidegger, porém, que segue em paralelo ao caráter polêmico de seu ideário - a de sedutor inveterado. Em vida, conquistou muitas amantes, ao mesmo tempo que manteve a ideia de laço indestrutível - e de casamento aberto - com sua esposa Eufride. Em suas páginas, os autores analisam tanto o paradoxo do Filósofo extraviado do nazismo quanto a sua relação com as mulheres e com os meandros do poder. Comparam a figura social e intelectual do casal Heidegger com a do casal Sartre-Beauvoir, e buscam esclarecer detalhes pessoais como o fato de que o primogênito de Heidegger é, na verdade, filho de um amante de Eufride.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Heidegger: O Nazismo, as Mulheres, a Filosofia”, de Alain Badiou, publicado pela editora Tinta Negra, em 2011 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tinta Negra
Páginas: 88
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8563876201
ISBN13: 9788563876201
Sobre a editora
Os livros da editora Tinta Negra costumam explorar temas densos e multifacetados, muitas vezes com um olhar crítico e reflexivo sobre a condição humana e a sociedade. A experiência de leitura tende a ser marcada por narrativas que combinam elementos íntimos, como conflitos familiares e dilemas pessoais, com análises filosóficas e históricas, criando um clima de tensão e questionamento. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance psicológico, ensaios filosóficos e relatos socioculturais, oferecendo ao leitor tanto abordagens mais narrativas quanto textos com tom mais didático e analítico. Essa diversidade sugere um público interessado em leituras que desafiam perspectivas e convidam à reflexão profunda, seja por meio de histórias ficcionais ou estudos críticos.
