
Título: Herdeiros de Aristóteles
Autor: Richard L. Rubenstein
Sinopse: Ao longo das páginas deste livro, o leitor se perguntará como foi que a humanidade passou a acreditar na fábula da ignorância medieval. O pensamento científico do Ocidente se iniciou com a redescoberta dos escritos de Aristóteles e, embora a relação do pensamento aristotélico com o cristianismo tenha sido sempre muito tensa na Idade Média, as universidades mantidas pela igreja se opunham ao obscurantismo ignorante e lançavam as sementes do pensamento científico. Os papas e os estudiosos, na tentativa de conciliar a fé e a razão, proporcionaram os debates mais ricos da história ocidental, em lutas travadas entre as forças favoráveis ao saber de Aristóteles e as que a ele se opunham. Este é o tema deste livro, de leitura fluente e fundamental.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Herdeiros de Aristóteles”, de Richard L. Rubenstein, publicado pela editora Rocco, em 2006 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 288
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788532519306
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
