
Título: Hermenêutica e Dialética. Entre Gadamer e Platão
Autor: Luiz Rohden
Sinopse: Os trabalhos aqui reunidos foram apresentados e discutidos no XVI Colóquio de Filosofia “Hermenêutica e dialética: entre Gadamer e Platão”, realizado na -Unisinos em novembro de 2013. As investigações versam sobre distintas leituras de Platão, passando pelo tema das doutrinas não escritas, pela releitura da theoria como modo de vida, pela proposta de compreensão da metafísica à luz da hermenêutica e também pela tarefa ética da hermenêutica. O conjunto da obra responde à proposta gadameriana segundo a qual a confrontação do pensamento moderno com o pensamento grego é para todos nós uma espécie de encontro com nós mesmos. Além de destacar a atualidade da hermenêutica gadameriana no cenário filosófico brasileiro, os textos sustentam e justificam um modo de filosofar dialético-dialógico que conserva a tensão entre conhecer o bem e ser bom.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Hermenêutica e Dialética. Entre Gadamer e Platão”, de Luiz Rohden, publicado pela editora Edições Loyola, em 2014 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 192
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515041782
ISBN13: 9788515041787
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
