
Título: Hipóteses em Parapsicologia
Autor: Carlos Imbassahy
Sinopse: A Parapsicologia foi, para uns tantos, um verdadeiro Pactolo, onde iam pescar as pepitas, que rebrilhando, ao contacto das ideias, imagens e princípios novos, vinham trazer ao mundo científico a razão do inexplicável; vinham esclarecer tudo; alguns milagres de santos ficaram intocáveis; mantiveram-se os milagres, talvez por deferência à Igreja, e mesmo porque a ela pertencem grandes arautos da nova Ciência; os propagandistas chegaram a encher o território nacional. Mas, no que toca a almas do Outro Mundo, foi uma rasoira de espantar. Dir-se-ia uma espanadela decisiva nos espectros. A pedra sepulcral do silêncio caiu sobre o túmulo da irritante superstição. E essa pedra só é levantada quando algum corifeu, com a indignação sopitada, lança ao defunto uma saraivada de insultos e cria com isto certos favores da Providência, como os angariava antigamente o que, com mão pia, ia botar uma acha de lenha nas fogueiras santas, para a extinção dos heréticos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hipóteses em Parapsicologia”, de Carlos Imbassahy, publicado pela editora ECO, em 1967 e com 273 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ECO
Páginas: 273
Ano: 1967
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Eco costumam explorar temas ligados à linguagem, cultura e espiritualidade, oferecendo ao leitor uma experiência que varia entre o ensaístico e o prático. O catálogo apresenta obras que transitam entre reflexões filosóficas sobre a cognição e a semiótica, até manuais e compilações sobre práticas espirituais e medicinais, muitas vezes com um tom didático e detalhado. A leitura pode ser tanto contemplativa, com textos que dialogam com a tradição literária e o pensamento crítico, quanto aplicada, com guias sobre ervas medicinais, orações e rituais. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais densas, que exigem atenção e reflexão, e outras de consulta rápida e direta, com linguagem acessível e foco em usos cotidianos.
