
Título: HISTÓRIA DA ASTROLOGIA
Autor: Serge Hutin
Sinopse: Confundindo-se até muito tarde com a astronomia - astrologia e astronomia permanecdem estreitamente ligadas até fins da Idade Média -, integrada, até ao século XVII, ao lado da aritmética e da geometria, no ensino das universidades européias, a astrologia conhece hoje um recrudescimento espetacular de popularidade em todo o Ocidente, depois do seu declínio nos dois séculos passados. Que é a astrologia? Quais são as suas raízes? Que crédito merecem as suas alegadas pretensões científicas? É admissível, para o espírito racionalista de hoje, que o destino dos homens esteja inscrito nas estrelas e planetas? Serge Hutain examina neste livro os dados do problema que põe a existência desta atividade milenária, desde os Astrólogos da remota antiguidade até hoje, analisa as relações entre a astrologia, a religião e a ciência, esboçando ainda as principais bases de argumentação contra e a favor da astrologia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “HISTÓRIA DA ASTROLOGIA”, de Serge Hutin, publicado pela editora Edições 70, em 1977 e com 222 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições 70
Páginas: 222
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
