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História da China

Título: História da China

Autor: Stephen G. Haw

Sinopse: Stephen G. Haw começa por explicar as civilizações pré-históricas de há quatro mil anos atrás, seguindo para o desenvolvimento do comércio das sedas. Aqui encontramos a origem das principais invenções da era pré-moderna - o papel, a pólvora, a bússola magnética -, que seriam transmitidas da China para o mundo ocidental. Das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, passamos ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este território gigante. Finalmente, Haw percorre os anos conturbados e as vitórias da Revolução Chinesa, bem como as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos setenta até aos dias de hoje, nomeadamente a transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o Governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia do país. Como se afirma logo no inicio deste livro: "O Oriente é uma universidade na qual o estudante nunca consegue o diploma. É um templo onde o suplicante adora, mas nunca vê o objeto da sua devoção. É uma viagem, na qual se vislumbra sempre o objetivo, sem nunca se conseguir alcançá-lo".

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História da China”, de Stephen G. Haw, publicado pela editora Tinta da China, em 2008 e com 376 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Tinta da China

Páginas: 376

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9728955804

ISBN13: 9789728955809

    Sobre a editora

    Os livros da editora Tinta da China costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com uma voz acessível, muitas vezes marcada por um tom próximo e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram temas históricos e políticos com profundidade, como a análise crítica do colonialismo português ou a reflexão sobre regimes autoritários, sempre com um olhar que convida à reflexão. Há também espaço para narrativas pessoais e coletâneas que trazem à tona vozes marginalizadas, como as de mulheres viajantes ou ativistas contemporâneos, o que amplia o alcance da editora para leitores interessados em histórias de resistência e transformação social. A linguagem varia entre o lírico e o seco, o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o humor e a seriedade, a crônica e o estudo, o que sugere um catálogo plural, porém coerente em sua busca por provocar o pensamento e o envolvimento do leitor.

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