
Título: História da Evangelização do Brasil
Autor: Elben M. Lenz César
Sinopse: Com quem, onde e como se iniciou a formação das diferentes igrejas brasileiras? Que influências assumimos ou abandonamos, recebidas dos cristãos ao longo desses 500 anos? Dos jesuítas aos neopentecostais, História da Evangelização do Brasil apresenta três momentos distintos da evangelização do Brasil: a cristianização, dos séculos XVI ao XVIII; a evangelização, no século XIX; e a pentecostalização, no século XX. O autor focaliza mais os instrumentos dos quais Deus se serviu de uma maneira ou de outra do que as instituições que eles fundaram ou trouxeram para o Brasil ao correr dos 500 anos de história, a partir da ocupação portuguesa. Nem todos pensavam e agiam do mesmo modo. Cometeram erros de estratégia missionária, não levantaram suficientemente suas vozes contra a escravidão indígena e africana e outras injustiças sociais. Todavia, não podemos negar que esses missionários e missionárias eram vocacionados, amavam a Deus, deram-lhe suas vidas e trouxeram para cá o evangelho de Jesus. É olhando os pequenos começos e as primeiras pessoas que podemos enxergar melhor os desafios que ainda temos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História da Evangelização do Brasil”, de Elben M. Lenz César, publicado pela editora Ultimato, em 2000 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ultimato
Páginas: 192
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586539333
ISBN13: 9788586539336
Sobre a editora
Os livros da editora ULTIMATO oferecem uma leitura que combina reflexão bíblica profunda com temas da vida cotidiana e cultural. O catálogo apresenta obras que exploram desde a história da evangelização no Brasil até questões práticas da espiritualidade cristã, sempre com uma linguagem acessível e um tom que varia entre o didático e o narrativo. Muitas obras propõem um diálogo entre fé e cultura, abordando temas como arte, política, comportamento e sofrimento, com um ritmo que convida à meditação e ao autoconhecimento.
